Como usar brincos Grandes

As mulheres de hoje são apaixonadas por acessórios arrojados, por isso os maxi brincos não podem faltar no look das meninas e mulheres. Algumas regras simples podem ajudar no uso de um maxi brinco, uma delas é evitar brincos muito longos para quem possui pescoço e cabelos curtos demais.

Os Maxi Brincos combinam mais com blusas sem mangas e com os ombros a mostra.  A proposta mais correta é ” cada coisa em seu lugar, sem exageros”.

Mais uma dica é evitar maxi brincos com golas altas, com maxi colares em um mesmo look, brincos gota com roupas coloridas, maxi brincos com pedras coloridas ornando com estampas animal.

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Maxi Brinco da Lamotte Bijoux

Cabelos e Brincos

O cabelo é o detalhe mais importante do visual, independente do comprimento ou da cor do cabelo, sempre bate uma dúvida na hora de usar um brinco: será que existe um tipo ideal para o meu corte de cabelo? 

A verdade, depende do seu estilo e a impressão que pretende passar, como elegante ou despojada, por exemplo. Dependendo da ocasião também é importante pensar no penteado que irá compor o look. Abaixo sugerimos diferentes tipos de brincos da Lamotte Bijoux de acordo com o comprimento do cabelo. Confira nossas dicas:

brinco-turco-classico-preto-2Para cabelo curto:
Os brincos pequenos dão ar delicado para os cabelos curtinhos. Já os brincos grandes são indicados para transmitir uma imagem mais elegante e “mulherão” para o look.

Para cabelo médio: O cabelo médio é o que mais pode abusar dos tipos de brinco. Os pequenos deixam o visual discreto sem perder a feminilidade e os médios podem ficar soltos entre os fios, dando mistério à peça e atraindo olhares.

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Para cabelo longo: Quando o cabelo longo está solto o ideal são as peças um pouco maiores e com mais detalhes, como os brincos Turcos. Mas se estiver preso peças delicadas e menores emprestam o ar de delicadeza ao visual.

Dicas para o uso do colar.

Sabemos que um colar, além de ser um acessório que valoriza seu visual, pode valorizar o seu corpo. Segue algumas dicas valiosas para a melhor forma de usar o seu colar ;)

  • Corpo Oval
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Maxi Colar Lamotte Bijoux

Se sua cintura é maior que a largura dos ombros e do seu quadril, procure destacar a parte superior, para assim, consequentemente, chamar a atenção para a parte de cima.

  • Seios grandes
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Colar longo da Lamotte Bijoux

O ideal é chamar a atenção para outra parte, sendo bem acima dos seios, ou bem abaixo dos seios. Dê preferência a colares curtos, ou bem longos com pingentes grandes.

  • Ombros largos

Para quem tem ombros largos e pescoço curto, os colares cheios e compridos dão um ar de verticalidade ao corpo ;)

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Colar longo com pedrarias da Lamotte Bijoux

  • Corpo triângulo 

São as mulheres que possuem os ombros e a cintura menores que o quadril, por isso é importante destacar a região do colo. Logo, abuse de colares que não sejam tão discretos, façam o seu estilo, e que dê pra usar no dia a dia. ❤ ❤

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  • Corpo retangular

Se você tem a cintura, o ombro, e o quadril proporcionais, você pode abusar de qualquer formato/estilo de colar. Mas, se quiser realçar e chamar ainda mais atenção, os colares arredondados são uma boa aposta.

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Maxi Colar da Lamotte Bijoux

Você já sonhou com Joias? Saiba o que significa.

Sinônimo absoluto de poder desde tempos antigos, sonhar com joias significa status e valorização da sua autoestima e identidade, destacando a importância da sua riqueza espiritual e psicológica.

Quando as joias aparecem nos sonhos, elas representam os valores que são preciosos para quem sonha. Os significados giram em torno da aquisição de sabedoria e elevação do espírito. Veja abaixo variações ao sonhar com joias:

Herdou ou comprou joias: Significa que muito em breve terá uma enorme riqueza à sua espera. Ao sonhar que compra joias, isso indica que será uma pessoa bem-sucedida nos seus negócios, especialmente naqueles que estão ligados com as suas emoções.

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Pulseiras de Metal com ajuste de silicone da Lamotte Bijoux

Ganhou ou achou joias: Indica que um projeto que está sendo desenvolvido por você terá grande sucesso. Se sonhar que achou uma joia significa sorte repentina.

Perdeu joia ou foi quebrada: É sinal que conhecerá pessoas que vão tentar te enganar. Já se sonhar com uma joia quebrada é sinal que terá decepções relacionadas à conquista dos seus objetivos.

Sonhar com muitas jóias: Se você sonhou que cobiçava ou usava muitas joias significa que deseja ser notado.

Jóias de ouro e de prata: Sonhar com joias de ouro é bom sinal, significa que  terá dinheiro o suficiente para uma vida confortável. Já sonhar com joias de prata indica que você está se deixando levar por sua imaginação e sofrendo por antecedência.

Porta-jóias ou joalheiro: Significa que o sonhador está com a autoestima elevada, só precisa agir com a confiança que sente. Já sonhar com joalheiro significa que você pode dar conselhos a alguém, ajudando essa pessoa a tomar as melhores decisões.

Broche: Usar um broche, é sinal de lucros imediatos, mas se no sonho, o broche que outra pessoa usava chamou sua atenção, fique alerta contra calúnias. Achar ou ganhar um broche no sonho, significa vitória numa disputa. Evite perder seu tempo em atividades sem futuro, se você perdeu um broche. Ofertar esta joia a alguém, em sonho, sentimentos nobres darão destaque a quem sonha.

Curiosidades Sobre o Diamante.

O diamante é uma pedra transparente, feita de carvão puro, onde sofreu um processo de cristalização (aparecimento de cristais por resfriamento ou evaporação), em seu ambiente natural. Neste caso, a pedra sofreu a cristalização por alta temperatura e  pressão.

É o mais duro e o mais brilhante de todos os minerais, onde foram encontrados, há mais de 2500 anos atrás. No Brasil foram descobertos somente no Século XVIII.

A determinação do valor de um diamante é muito difícil. São analizadas a  sua beleza duradoura, sua raridade, sua durabilidade, e o seu simbolismo de amor e afeição.

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Colar modelo diamante negro da Lamotte Bijoux

Existem diferenças entre Diamantes e Brilhantes, sendo que o Diamante é o nome da pedra preciosa em estado bruto ou já lapidada, o brilhante, é um dos muitos tipos de lapidação que existem para o diamante.

A lapidação do tipo brilhante foi criada em 1919, por Marcel Tolkowsky, possuindo a mais conhecida forma redonda, com 57 ou 58 facetas. É uma das lapidações que conferem mais brilho e beleza.

Dicas para limpar a sua bijuteria.

Com o passar do tempo, é normal que as bijuterias fiquem esverdeadas ou pretas. Isso acontece devido ao processo de oxidação, principalmente quando as peças ficam em contato com nosso suor, perfume, cloro, e outros produtos químicos. Por isso é importante armazenar e limpar suas bijuterias para que fiquem sempre lindas. Segue algumas dicas para preservar a sua bijuteria por mais tempo.

Foto Divulgação

Flanela Mágica:  Você pode encontrar esta flanela em lojas de bijuterias ou em lojas de conveniência, mas atenção, este material só devem ser usadas e peças com banhos de ouro ou prata, pois o polidor contido na flanela acaba retirando o banho (de menor qualidade comum em bijuterias importadas) e estragando sua peça. Para usar, basta esfregar a flanela com movimentos firmes e depois utilizar um pano limpo e seco para dar o brilho.

Max Colar Luxo da Lamotte Bijoux

Bijuterias com Strass: Coloque 1 copo de água e 1 colherinha de sobremesa de bicarbonato de sódio pra ferver, mergulhe as peças num pote de louça e deixe nessa solução até esfriar. Com uma escova de dentes, limpe as peças delicadamente, observando se as cerdas penetram nas ranhuras e retiram a sujeira.Lave em água corrente e seque com um pano macio.

Peças em metal: Devem ser lavadas com água e sabão neutro. A dica é secar bem a peça,e depois faça um polimento com flanela.

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Colar com meia pérola da Lamotte Bijoux

Pérolas, corais e turquesas: São pedras porosas que absorvem água, e devem ser limpas apenas com uma flanela seca.

Nunca deixe de molho: Bijuterias que tenham pedras artificiais ou sintéticas como zircônias e cristais, neste caso, as peças podem ser lavadas rapidamente em água fria e depois devem ser bem secas.

Não use esponjas de aço ou qualquer outro abrasivo para bijuterias: Materiais como polidores, pasta de dentes, cloro não são indicados para dar brilho em bijuterias, exceto peças de prata que podem ser limpas com produtos adequados.

Dica: Para evitar que as pedras de sua bijuteria caiam, o truque é passar uma camada fina de esmalte incolor em cima da pedra para servir de proteção, mas atenção, passe somente em pedras que tenham brilho como cristais ou similares.  Não passe em pérolas, turquesas ou corais. Sempre usem um esmalte incolor ou o alto brilho e de preferência novo. O esmalte não pode estar grosso, e passando somente na pedra, e não no metal, pois o mesmo pode ficar marcado. Não faça esse processo em peças que tenham garantia ou assistência da loja.

Conheçam a Condessa de La Motte.

Jeanne de Valois nasceu em uma família de sangue real caída na miséria. Seu pai, Jacques de Saint-Remy, (1717-1762) era descendente de Henrique de Saint-Remy (1558-1621), filho bastardo de Henrique II de França. Jeanne tinha um irmão, Jacques (1751-1785) e uma irmã Marie-Anne (1757-1786). Segundo as Memórias do Conde Beugnot, as três crianças foram tiradas da situação em que se encontravam por seu pai e pelo abade de Langres.

Jeanne e sua irmã foram notadas por um abade, que fez com que uma de suas paroquianas, Madame de Boulainvilliers, se interessasse por elas. A genealogia da família foi verificada e as crianças beneficiaram-se da assistência ás famílias nobres mais pobres. Jacques recebeu uma modesta pensão de 1.000 libras e entrou para uma escola de oficiais; as moças foram colocadas em um pensionato em Passy, e uma pensão de 900 libras e destinadas ao convento de Longchamps.

Voltaram para Bar-sur-Aube, onde encontraram refúgio junto à família Surmont. Em 1780, Jeanne casa-se com Antoine-Nicolas de la Motte, sobrinho de M. Surmont, nobre e oficial da marinha. O casal toma o título de “Conde e Condessa de la Motte Valois”.

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O marido de Jeanne não conseguia prover para as necessidades do casal. Com esta situação, a condessa tem a ideia de usar o seu status para obter vantagens financeiras. Frequentando o Palácio de Versalhes, ela tenta conquistar a amizade rainha Maria Antonieta.

O casamento entre Jeanne e seu marido foi um fracasso, mas continuaram a morar juntos. Perto de 1783, Jeanne entra em contato com o Cardeal de Rohan. Ela havia espalhado rumores de que gozava dos favores da rainha e promete  ao cardeal a facilidade de conquistar um bispado. No entanto, a rainha tinha muito pouca estima pelo cardeal.

No mesmo período, o joalheiro Charles Boehmer tentava vender ao rei Luís XVI um magnífico colar de diamantes, originalmente fabricado para Madame du Barry, amante do rei Luís XV. O joalheiro havia investido muito dinheiro na confecção do colar e arriscava falir se não encontrasse comprador. Após diversas negociações, ele havia chegado à conclusão que só o rei de França teria condições de realizar esta compra. Mas Luís XVI, consciente do aspecto irracional da compra em um período onde os cofres do Estado estavam vazios, não aceitou a oferta.

A condessa, com a ajuda do marido, forjaram cartas para o cardeal, assinadas falsamente pela rainha Maria Antonieta,  demonstrando o desejo de possuir o colar, e pedindo ao cardeal um empréstimo da soma necessária para a compra. Na carta falsa, Jeanne de la Motte é designada como intermediária. O joalheiro também é contatado com um pedido para que entregue o colar a Jeanne. Para desfazer qualquer dúvida, é arranjado um encontro entre este e a rainha Maria Antonieta. O cardeal é enganado e encontra uma sósia da rainha contratada pelo casal la Motte, uma prostituta chamada Nicole d’Oliva Leguay.

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Colar de Diamantes. Foto: Divulgação

Com o colar nas mãos, o Conde de la Motte apressa-se em vender os diamantes em Paris e Londres. O caso só foi revelado quando ocorreu a prisão do cardeal. A Condessa de la Motte e Rétaux de Villette foram presos. O Conde de la Motte fugiu para Londres.

O rei e a rainha exigem um processo público para por fim a rumores de que Jeanne de la Motte e Maria Antonieta mantinham um caso homossexual.

Longe de lavar a honra da rainha, o processo manchou sua reputação e o público a viu no papel de culpada. O Cardeal de Rohan foi julgado inocente e absolvido, após o término do julgamento, o Rei Luís XVI o enviou o cardeal para o exílio. Nicole d’Oliva Leguay, a prostituta que se fez passar pela rainha, também foi inocentada, mas recebeu uma séria advertência verbal por seus feitos. Rétaux de Villette foi declarado culpado por falsificação e exilado.

A Condessa de la Motte foi declarada culpada e condenada a ser chicoteada e marcada a ferro em brasa com um “V” de Voleur “Ladrão”. No entanto, no momento da aplicação da pena, a condessa foi tão precipitada que o carrasco lhe aplicou o ferro no peito, provocando assim a compaixão pública. Ela foi condenada à prisão perpétua em “La Salpêtrière”. Entretanto, meses depois ela fugiu e partiu para Londres, onde publicou suas “Memórias”, contando suas falsas relações íntimas com a rainha. O “Caso do Colar da Rainha” foi um dos numerosos escândalos que deram origem à Revolução Francesa e destruiram a Monarquia na França.

Jeanne de la Motte morreu em Londres em 23 de agosto de 1791, após cair da janela de seu quarto. Certas pessoas acreditam que ela foi assassinada por realistas mas, provavelmente, ela tentava fugir de seus credores.

A maldição do diamante Hope

O diamante Hope é cercado de mistérios, segundo a lenda, carrega uma maldição. Em 1660, o mercador Francês Jean-Baptiste Tavernier, comprou êste diamante, que foi roubado de um templo dedicado a Deusa Sita, em uma de suas viagens a Índia.

Em 1668 o diamante foi vendido para o Rei Luiz XIV da França, onde ficou conhecido como o diamante azul da coroa. Costumava-se usar a joia em ocasiões solenes. Mais tarde, a pedra foi oferecia a Maria Antonieta como comemoração ao seu casamento, mas durante a revolução Francesa, o diamante foi roubado no dia 11 de setembro de 1792. Em 1824 Henry Philip Hope adquiriu o diamante, passando a ser conhecida como “Diamante Hope”.

Divulgação

Diamante Hope. Foto: Divulgação

Conhecido como o diamante da morte, segue a história de sua maldição:

A primeira das suas vítimas foi um sacerdote hindu, pouco depois da gema ter sido extraída de uma mina no rio Kistna, no sudoeste da Índia. O sacerdote roubou-a da testa de um ídolo num templo indiano, mas foi apanhado e torturado até a morte.

O francês Jean Baptiste Tafernier com a  venda do diamante, após retornar da Índia, obteve dinheiro suficiente para adquirir um título e uma propriedade. Mais tarde, o seu filho endividou-se tanto no jogo que o negociante foi obrigado a vender tudo o que conseguira. Arruinado, Tafernier regressou a Índia para refazer a fortuna, mas foi despedaçado por uma matilha de cães selvagens.

A família real francesa morreu em condições trágicas após a revolução Francesa, a princesa de Lamballe, que usava regularmente a jóia, foi espancada até a morte pela multidão. O o rei Louis XVI e a rainha Marie Antoinette foi condenado e executado na guilhotina.

O neto de Henry Thomas Hope acabou morrendo na miséria. Em 1908 o sultão turco Abdul Hamid comprou o diamante por 400.000 dólares e ofereceu-o a sua mulher, Subaya, e depois a matou por suspeita de traição.

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Mulher do Sultão Abdul Hami. Foto Divulgação

Em 1911 a joia foi adquirida pelo magnata Ned McLean, pela quantia de 154.000 dólares. Nos 40 anos seguintes, o seu filho Vincent foi atropelado por um automóvel. McLean ficou financeiramente arruinado e morreu num manicômio, a sua filha faleceu em 1946, intoxicada por barbitúricos; e sua mulher, Evelyn, tornou-se viciada em morfina.

Somente o joalheiro americano Harry Winston, que adquiriu a pedra azul dos herdeiros da família McLean, escapou de um destino fatídico e trágico.

Egito Antigo e sua magia.

A sociedade egípcia antiga possuía uma vida muito cotidiana diversificada e  marcada por várias atividades. Segue algumas curiosidades bem interessantes:

Alimentação: A alimentação dos mais pobres (camponeses, escravos) era composta basicamente por pão e água, raramente comiam carne e frutas. Já os mais ricos (faraós, sacerdotes, chefes militares, ricos comerciantes) possuíam uma alimentação bem variada. Além de pão, consumiam muita carne animal, queijos, frutas e legumes. O cardápio era composto também por vinho e uma espécie de cerveja.

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Habitação: As casas dos mais pobres eram simples e pequenas, geralmente com um cômodo apenas e quase não possuíam móveis. Os camponeses dormiam em esteiras ou palhas jogadas no chão. Os utensílios domésticos eram pequenos copos, potes e vasos de cerâmica. As casas dos mais ricos eram grandes e espaçosas, compostas por vários cômodos. Feitas de tijolos de barro, possuíam em seu interior vários utensílios e móveis. Eram decoradas por dentro e recebiam pintura interna e externa.

Diversão: A natação, lutas e jogos de tabuleiros eram as formas de lazer mais comuns no Egito Antigo. Os mais ricos divertiam-se também com competições no rio Nilo, usando embarcações. As crianças gostavam de brincar com bonecos feitos de madeira e bolas. Brincadeiras coletivas, baseadas em danças e jogos de equipe também eram comuns entre os pequenos egípcios.

Roupas: Como o clima no Egito Antigo é quente e seco, as roupas eram leves e finas. Homens camponeses e artesãos vestiam apenas pedaços de tecido amarrados na cintura. As mulheres vestiam vestidos simples ou túnicas. Os mais ricos, principalmente nobres, usavam roupas com muitos enfeites. As mulheres abusavam das jóias e vestidos com bordados com contas.

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Pulseira escrava Egípcia da Lamotte Bijoux.

Transportes: Os egípcios usavam muito o rio Nilo como via de transporte de mercadorias e pessoas. As embarcações grandes eram feitas de madeira, enquanto as pequenas eram de fibras de papiro. Cavalos, camelos e bois também eram usados como meios de transportes.

Educação: No Egito Antigo existiam as “Casas de Vida”. Eram escolas avançadas, que serviam também como biblioteca, oficina, arquivo e local para copiar manuscritos. Somente os sacerdotes e escribas tinham acesso a estas instituições de ensino.

Anel de Noivado que pertenceu a Josefina de Beauharnais

As joias também contam a sua História, é o caso do anel de noivado dado pelo Napoleão Bonaparte a Josefina de Beauharnais em 1796. De 18 milímetros de diâmetro, este anel em ouro com um diamante e uma safira esculpida em forma de pera, com a inscrição “você e eu”, foi avaliado em 8 mil e 12 mil euros.

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Detalhe do anel de Napoleão que foi leiloado (Foto: AFP)

Sendo um anel relativamente simples, pois na época do noivado, Napoleão não tinha muito dinheiro, por ser um jovem oficial francês. Eles se casaram no civil no dia 9 de março 1796, e a  lua de mel durou apenas 36 horas, pois Napoleão teve de partir para liderar a invasão da Itália.

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Josefina de Beauharnais: Foto Divulgação

Josefina ficou com o anel de noivado após o rompimento do relacionamento. Mais tarde, ela deu o anel para a sua filha Hortênsia de Beauharnais, a Rainha da Holanda. Depois fez parte da coleção do príncipe Victor Napoleão (1862-1926).

No dia 24 de Março de 2013, o anel foi leiloado por por 896.400 euros, quase R$ 2,4 milhões de reais, durante um grande leilão organizado pela casa Osenat Leilões.